Inovação Cidadã | Chamada a colaboradora/es para o #LABICCR - Inovação Cidadã

Chamada a colaboradora/es para o #LABICCR

Posted in - Cidadania & Destacadas & laboratorio ciudadano en Jun 14, 2019 0 Comments

O projeto de Inovação Cidadã da Secretaria Geral Ibero-americana (SEGIB), com o apoio do Governo da Costa Rica e a Universidad EARTH, abrem esta chamada para a inscrição de colaboradora/es para o desenvolvimento dos projetos selecionados para o Laboratório de Inovação Cidadã – Costa Rica (LABIC.CR) que se realizará do dia 29 de outubro ao dia 10 de novembro de 2019 na cidade de Liberia, na provincia de Guanacaste, Costa Rica.

Este laboratório busca novas propostas e soluções inovadoras que gerem benefícios sociais e ambientais. Os projetos serão desenvolvidos de forma colaborativa por equipes multidisciplinares e interculturais, em colaboração com comunidades e coletivos locais.

O LABIC.CR contará com a colaboração da Agência Espanhola de Cooperação Internacional para o Desenvolvimento (AECID, Nansen Center For Peace and Dialogue, Medialab-Prado, Silo – arte e Latitude Rural e Instituto Procomum e Njambre.

A inscrição é gratuita e estará aberta até o dia 28 de julho de 2019.

Para tanto, abre-se esta convocatória a todas/os aquelas/es interessadas/os em participar como colaboradoras/es em um dos 10 projetos que detalhamos a continuação:

1. ACUALAB

Nome Acualab
Autor Oscar Javier Pérez Nastar
Descrição Construção de um filtro de baixo custo para uso pessoal e portátil como solução para conseguir a potabilidade da água em regiões com acesso restringido à água potável.

O filtro para conseguir a água livre de contaminantes e apta ao consumo humano seria construído em três versões: 1. Com tecnologias de fabricação digital (impressão 3D); 2. A partir da reutilização de resíduos plásticos que se encontram facilmente ou; 3. Com materiais naturais. A filtragem da água para sua potabilidade será feita com materiais livres de químicos e de baixo custo tais como bioareia e carvão ativado, que atrapam as impurezas tóxicas e partículas gerando uma água totalmente segura para beber, cozinhar, lavar alimentos etc.

Além disso, o projeto propõe a integração de diferentes comunidades locais afetadas pelo déficit de água potável na produção do protótipo, assim como na identificação nas diversas fontes de água para consumo local.

Máis info aquí.

Perfil dos colaboradores -Designers de produto ou industriais
-Designers com conhecimento em fabricação digital (impressão 3d, modelagem cad)
-Designers Gráficos/as, preferivelmente com conhecimentos em comunicação de projetos sociais e trabalho com comunidades, da mesma forma que metodologias baseadas no ser humano.
-Comunicador/a social ou com experiência em produção multimídia
-Sociólogo/a: Documentação de projeto e processos com conhecimentos em metodologias de imersão e trabalho com comunidade. (Preferencialmente local e com contatos de grupos ambientalistas)
-Trabalhador/a Social: Gestor de ambientes e trabalhos com comunidade para intercâmbio de conhecimentos, e recepção das atividades a realizar, conhecimentos em metodologias sociais.
-Engenheiro/a ambiental: Perfil de conhecimentos focados a temáticas de água segura, tratamentos de fontes, e tecnologias ambientais focadas na temática da água.
-Líder comunitário/a de Guanacaste: Um líder comunitário local que facilite o ingresso e trabalho com comunidades, com grande vontade e disposto ao aporte.

2. BIOFILTRO DE LOMBRIGAS PARA áGUA RESIDUAL

Nome Biofiltro de lombrigas para água residual
Autor Arturo Cañogo Ríos
Descrição Construção de um filtro feito a base de lombrigas para descontaminar a água residual em comunidades sem saneamento adequado.

Construção comunitária e instalação de filtros de lombrigas para o tratamento de água residual doméstica e sua reutilização. Estes filtros, além de lombrigas, utilizam cochinilhas e outros organismos presentes no meio natural, cuja função ecológica é descompor a matéria orgânica e gerar um húmus estabilizado que funciona como bio-membrana filtrante. Descontaminar a água residual provê de um saneamento eficiente à cidadania que não conta com drenagem sanitária adequada. Este projeto também permitirá reduzir a contaminação e assim diminuir os focos de infecção, erradicar o vertido de contaminantes a mantos aquíferos e preservar indiretamente os ecossistemas aquáticos.

O projeto responde à crise de água que afrontamos no mundo. De acordo com o ODS 6, ao menos 892 milhões de pessoas continuam com a prática insalubre da defecação ao ar livre e 6 de cada 10 pessoas não contam com instalação de saneamento segura. Além disso, mais de 80% das águas residuais são vertidas diretamente aos corpos de água.

Máis info aquí.

Perfil dos colaboradores -Permacultor/a. Pessoa dedicada ao projeto ambiental, agricultura limpa e gestão integral dos recursos hídricos.
-Pessoa com experiência em encanamentos e instalação de tubos.
-Pessoas que trabalham em meio rural, camponeses/as, granjeiros/as, agricultores/as, pessoas que poderiam se beneficiar com esta tecnologia.
-Gestor/a de projetos. Pessoa dedicada à gestão de projetos sócio ambientais e gosto pelo trabalho em campo
-Engenheiro/a ambiental. Pessoa dedicada e gosto pela biorremediação, o tratamento de águas residuais por tecnologias naturais e os recursos naturais.
-Biólogo/a. Pessoa dedicada ao desenvolvimento sustentável, o aproveitamento de recursos naturais e gosto pela biorremediação e tecnologias.
-Ecologistas. Pessoas que trabalhem projetos ambientais em comunidades rurais e com interesse em saneamento da água e contaminação hídrica.
-Comunicador/a social ou com experiência em produção multimídia

3. ECOMORFOSIS

Nome Ecomosfosis
Autor Camila Picco
Descrição Sistema de confecção de placas isolantes multiusos a partir de plástico reciclado e resíduos orgânicos que pode dar lugar a empreendimentos sustentáveis.

No mundo são compradas um milhão de garrafas de plástico por minuto, que em sua maioria acabam no mar ou vertedouros. Para 2021 estima-se que esta cifra aumente 20%.

O projeto Ecomosfosis consiste em reciclar garrafas PET e outros plásticos (PLA, PP), combinando-os com descartes orgânicos (serrim, gesso, etc.), para gerar placas isolantes e resistentes com um projeto encastrável e modular. Estas podem ser usadas e aplicar em distintos meios (na construção, jogos, mobiliário, refúgios, etc.). Durante o laboratório, além da confecção das placas, o projeto buscará trabalhar com alunos de escolas técnicas e/ou cooperativas que poderiam, a partir deste sistema, criar empreendimentos sustentáveis e amigáveis com o meio ambiente, gerando assim uma economia circular.

Más info aquí.

Perfil dos colaboradores -Designer Industrial
-Engenheiro/a Mecânico
-Técnico/a mecânico/a, eletromecânico/a e/ou construtor/a
-Técnico/a ou Engenheiro/a Químico
-Engenheiro/a ambiental
-Designer Gráfico
-Engenheiro/a em materiais, a ser possível com experiência em polímeros
-Docente de escolas técnicas da Costa Rica, preferivelmente de Guanacaste
-Comunicador/a social ou com experiência em produção multimídia

4. ELECTRÓNICA BIODEGRADÁVEL

Nome Eletrônica Biodegradável. Bioplásticos condutivos e dispositivos sustentáveis
Autor Elisabeth Lorenzi Fernández
Descrição Criação de bioplásticos com materiais orgânicos para a construção de dispositivos eletrônicos que substituam a utilização do plástico sintético.

Com o avanço da tecnologia aumenta a utilização de plásticos sintéticos. Perante a emergência meio ambiental que isto representa, começam a ser desenvolvidos materiais plásticos alternativos a partir de elementos abundantes na natureza, como são os citoplásticos. Estes são extraídos de proteínas animais (como o colágeno), de algas, de bactérias, fungos e das farinhas (amido).

Este projeto aplicará estes avanços à criação de dispositivos eletrônicos simples usando os bioplásticos como matéria principal. Desenvolveremos materiais plásticos condutivos orgânicos (a partir da mescla de biopolímeros com sal, e carvão vegetal) buscando a menor resistência e maior duração do material. Exploraremos a combinação de materiais condutivos e não condutivos em base a bioplásticos para criar circuitos. Trabalharemos na criação de baterias químicas ou células solares. Proporemos a eletrônica desde critérios de sustentabilidade, inclusão e acesso aberto.

Mais info aquí.

Perfil dos colaboradores -Técnico/a eletrônica
-Programador/a de arduíno
-Pessoas com conhecimento em cozinha
-Pessoas com conhecimento em criação de biopolímeros
-Técnicos/as em projeto e fabricação digital
-Comunicador/a social ou com experiência em produção multimídia
-Químicos/as com experiência em química orgânica
-Pessoas com capacidade plástica e artística

5. FOTO LÁMPARA: LUZ AO ALCANCE DE UMA PLANTA

Nome Foto Lámpara: luz ao alcance de uma planta
Autor Germán Mueses
Descrição Foto Lámpara é um projeto de construção de um sistema que proporcione luz usando a energia emitida pelas plantas em seu processo de fotossíntese.

O aspecto inovador desta lâmpada é que para funcionar utiliza geobactérias, micro-organismos que vivem na terra. Os nutrientes liberados pela planta na terra se unem com estes micro-organismos gerando a liberação de elétrons. Ou seja, este tipo específico de bactérias gera eletricidade a partir dos elétrons produzidos durante o metabolismo dos nutrientes.

Neste projeto, além de produzir luz, recolheremos e armazenaremos a eletricidade produzida por meio de eletrodos inseridos no solo. Em zonas de difícil acesso à energia elétrica, isto pode se converter em uma energia limpa como alternativa que substitua fontes de energia fóssil, ou que complemente fontes de energia insuficientes.

Mais info aquí.

Perfil dos colaboradores -Pessoa com conhecimentos em bricolagem.
-Engenheiro/a elétrico com conhecimento em sistemas elétricos.
-Engenheiro/a ambiental com conhecimentos em desenvolvimento de energias renováveis.
-Designer Industrial.
-Comunicador/a social ou com experiência em produção multimídia
-Designer gráfico/a
-Programador/a de arduíno.
-Biólogo/a com experiência em botânica

6. HOTEL DE ABELHAS INTELIGENTE

Nome Hotel de abelhas inteligente
Autor Ronny Castillo
Descrição Construção de refúgios para preservar as abelhas polinizadoras que, ao mesmo tempo, funcione como uma estação meteorológica de baixo custo que controle a contaminação ambiental.

Um dos efeitos da contaminação ambiental nas cidades é inibir a presença de polinizadores; insetos ou animais encarregados de levar o pólen de uma flor a outra, e colaborar com a reprodução das plantas. Hotel de abelhas é um projeto de ciência cidadã que propõe a construção de casas de abelhas para proteger e estimular a presença destes polinizadores, com dispositivos de monitorização eletrônica para identificar as espécies de abelha, seu número, comportamentos, etc. As abelhas que são atraídas nestas casas, usualmente, são as solitárias, as mais importantes para os processos de polinização e as mais urgentes a repovoar nas cidades.

Por outro lado, também serão instalados sensores convertendo o hotel de abelhas em estações climáticas e meio ambientais capazes de gerar dados abertos específicos como, por exemplo, se estão a se cumprir as regulações de CO2 em espaços concretos, tais como escolas. Todos os dados dos hotéis de abelhas estarão georeferenciados, acessíveis e visíveis em uma plataforma para estudantes, cientistas e o público em geral.

Perfil dos colaboradores -Pessoa com que trabalhe com dados abertos
-Comunicador/a social ou com experiência em produção multimídia
-Cientista com experiência em ciência aberta
-Biólogo/a, manejo de recursos naturais ou afim.
-Programador/a com conhecimentos de Raspberry pi e Pyton.
-Programador com experiência em plataformas digitais
-Educador/a de primária ou pessoa com conhecimentos em educação.

7. LITORAL, HORTA MARÍTIMA

Nome Litoral, horta marítima
Autor Lorena Bohórquez Cuesta
Descrição Construção de um sistema de baixo custo que permite a extração, o translado e dessalinização da água do mar para utilizá-la como rega em hortas.

Projeto que propõe o aproveitamento da água do mar como um recurso hídrico alternativo para regar hortas familiares ecológicos estruturados em contentores por meio de materiais simples e acessíveis. O processo tem três etapas:

1- A água do mar é extraída e armazenada em contentores móveis de 20 litros, inspirados em contentores tipo rodo que foram desenvolvidos em zonas desérticas. Este mecanismo permite que a água seja facilmente transladada até a horta.

2- Utilizando a energia cinética de uma bicicleta, a água é bombeada a um sistema de filtragem por capas composto de areia, rochas, carvão vegetal e ladrilho

3- Do filtro, a água chega aos contentores onde crescem as plantas da horta, estruturadas em terraços. Assim, a água vai passando de contentor a contentor desde baixo. Ou seja, é absorvida por capilaridade, o que faz que a mesma terra da horta sirva como filtro capturando os sais que possam ficar depois do processo da filtragem inicial.

Este sistema pode ser facilmente construído e replicado em comunidades costeiras, e tem a vantagem que além de proteger os ecossistemas terrestres e aquáticos, proporciona uma forma de agricultura que não dependa da disponibilidade de um terreno apto para o cultivo.

Más info aquí y aquí.

Perfil dos colaboradores -Agrônomo/a com experiência em projetos de cultivos orgânicos.
-Engenheiro/a agrícola ou agroflorestal.
-Biólogo/a
-Engenheiro/a ambiental ou ecólogo/a com experiência em manejo ou gestão da água e recursos marítimos.
-Engenheiro/a mecânico/a
-Designer com experiência na construção de Bici máquinas.
-Designer gráfico/a
-Programador/a web
-Comunicador/a social ou com experiência em produção multimídia

8. MEMORIA AMBIENTAL PELA AÇÃO CLIMÁTICA

Nome Memoria ambiental pela Ação Climática
Autor Daniela Quiróz Orguin
Descrição Plataforma que permite expor como a mudança climática está afetando as comunidades concretas em países latino-americanos, ao mesmo tempo que visualiza o estado de cumprimento do Acordo de Paris desses países. Desta forma será estabelecida uma relação entre o estado de cumprimento dos acordos, e a afetação nas pessoas a fim de gerar uma maior consciência e ação pelo clima.

Desde o Acordo de Paris em 2015, os países estabeleceram diferentes NDCs (Contribuições Nacionais Determinadas) para combater a crise climática, mais especificamente, assegurar que a temperatura média da Terra não aumente mais além de 1,5-2 graus centígrados para o ano 2100. Segundo o Climate Action Tracker estes esforços não estão sendo suficientes, e dos 6 países latino-americanos avaliados, nenhum cumpre com o acordo dos NDC.

No ano 2020 serão estabelecidos novos NCD para que os países encaminhem suas ações pelo clima, por isso se faz fundamental uma ferramenta que dê conta do estado real dos efeitos da mudança climática em populações concretas.

O projeto Memória Ambiental pela Ação Climática propõe criar uma plataforma virtual que vai dar visibilidade a como a mudança climática está gerando efeitos negativos em comunidades concretas da América Latina mediante o relato dos próprios afetados. Para isso, serão organizadas oficinas presenciais com as comunidades para recolher essas experiências. A plataforma contrastará estas informações com o nível de cumprimento dos NDCs por parte dos países. Com isto, se buscará gerar consciência para acompanhar os países a projetar os novos NCD de 2020 em termos mais ambiciosos.

Durante o laboratório em Costa Rica, não só se projetará a plataforma, senão que já se começará com estes encontros com comunidades locais, que posteriormente a fundação cidadania inteligente dará continuidade pelo resto do continente.

Perfil dos colaboradores -Especialista audiovisual (2): Pessoas com experiência em registro e montagem audiovisual a cargo de fazer registro das sessões de memória coletiva e criar clips para difundir o exercício.
-Metodólogo/a: Pessoa com experiência em metodologias de participação cidadã.
-Desenhador/a: Pessoa que trabalhe no projeto gráfico do projeto. Desejável que tenha conhecimentos de projeto web.
-Desenvolvedor/a de aplicações web: Pessoa que possa trabalhar na plataforma digital. Idealmente com experiência desenvolvendo tecnologia cívica, e com conhecimento de Ruby on Rails e bases de dados relacionais.
-Especialista ambientalista (2): Pessoas que tenham experiência em pesquisa, e conhecimento técnico acerca da mudança climática com o fim de que realizem a pesquisa dos NDCs atuais na Latino-América.
-Sociólogos/as ou áreas afins (2): Pessoas com experiência em trabalho territorial na Latino-América.

 

9. REDE DE JARDINS POLINIZADORES - GUANACASTE- POLLINATOR FRIENDLY

Nome Rede de Jardins Polinizadores – Guanacaste (Pollinator Friendly)
Autor María de los Ángeles Mora Noguera
Descrição Desenvolvimento de uma rede de jardins que favoreçam a presença de polinizadores de Guanacaste como uma estratégia de preservação da biodiversidade vegetal e animal.

Devido à mudança climática, a contaminação ambiental e perda do hábitat, os polinizadores do mundo estão desaparecendo, gerando um dos problemas mais urgentes aos que se enfrentam hoje em dia a agricultura, os ecossistemas terrestres e a fauna local que consome determinados alimentos vegetais.

Este projeto busca se somar ao esforço que se está empreendendo atualmente na conservação dos polinizadores a nível global. A proposta é desenvolver uma Rede de jardins amigáveis com os polinizadores locais de Guanacaste. Ao mesmo tempo, será desenvolvida uma aplicação que sirva como plataforma informativa e ilustrativa sobre os diferentes jardins da rede. Se entendemos que 75% dos cultivos de alimentos dependem da polinização, entenderemos que, além dos polinizadores, os principais beneficiários deste projeto serão as comunidades envolvidas e seus diversos cultivos. Pollinator Friendly é, além disso, uma estratégia para preservar espécies nativas e valiosas para a biodiversidade vegetal e animal.

A polinização constitui um processo fundamental para a sobrevivência dos ecossistemas terrestres naturais e a continuidade da produção de alimentos. Sem os polinizadores, seria impossível produzir uma grande quantidade de alimentos que hoje permitem que o ser humano tenha uma nutrição equilibrada.

Mais info aquí.

Perfil dos colaboradores -Jardineiro/a e/ou conhecedor/a de jardinaria e viveiros locais.
-Paisagista ou arquiteto/a e afim que ajude no projeto dos jardins com um enfoque paisagístico assim como ajudar na otimização do espaço.
-Ativista ambiental
-Biólogo/a
-Engenheiro/a florestal
-Programador/a informático/a
-Comunicador/a social ou com experiência em produção multimídia

10. TARTARUGA GUARDIAN

Nome Tartaruga Guardian
Autor Ricardo Guimarães
Descrição Projeto e construção de um drone flutuante e submergível capaz de identificar e contabilizar a presença de micro plásticos nas reservas ambientais marinhas.

A presença de micro plásticos nos oceanos é uma ameaça crescente aos ecossistemas marinhos, em cada quilômetro quadrado de sedimentos marinhos podem ser encontrados ao redor de 4 bilhões de restos microscópicos de plástico.

Tartaruga Guardian será um drone flutuante e submergível (ROV) baseado no projeto robótico BEAM (Biologia, Eletrônica, Estética e Mecânica) de uma tartaruga marinha, capaz de realizar leituras de parâmetros físico-químicos da qualidade marinha, e avaliar a presença de micro plásticos no mar. A estrutura física será uma combinação de técnicas náuticas, instrumentos de espectrômetro de ciência cidadã e impressão 3D. Com Tartaruga Guardian se propõe um instrumento que ajude na redução de danos para as tartarugas e outros animais marinhos que vivem e se alimentam perto da região onde estariam os drones.

Através de sensores físico-químicos, pode detectar e criar alertas (através de uma rede Mesh WiFi), desde pequenas fugas de óleo até pH (potencial de hidrogênio), EC (condutividade elétrica), temperatura, pressão barométrica, incidência solar e UV, deduzindo assim os índices de saúde marinha, além de contar e permitir ações de coleta dos micro plásticos detectados.

Más info aquí.

Perfil dos colaboradores -Designers que trabalhem com impressão 3D em tecnologias abertas;
-Pessoas com conhecimento dos servidores cliente MQTT para IoT;
-Pessoas com conhecimento de drones de ROV;
-Físicos/as
-Químicos/as
-Ecólogos/as, ambientalistas
-Comunicador/a social ou com experiência em produção multimídia

Acesse as BASES da chamada se inscreva no #LABICCR!

1. INTRODUÇÃO

Se designarão 90 vagas de colaboradora/es para participar do desenvolvimento de 10 projetos previamente selecionados em uma chamada aberta. As equipes de trabalho serão formadas pelo/a promotor/a do projeto, 9 colaboradora/es e contarão com o apoio contínuo de uma equipe de mentora/es, especialistas técnicos e mediadora/es locais.

1.1. Inscrições e publicação dos resultados

Todas as pessoas interessadas em participar no LABIC.CR deverão completar e enviar o formulário disponível aquí. A inscrição é gratuita.

Abertura da chamada: 8 de julho

Encerramento da chamada: 28 de julho

Publicação das pessoas seleccionadas: 12 de agosto

Os resultados se publicarão na página web da inovação cidadã.

1.2. Inovação cidadã

Entendemos a Inovação Cidadã como aquele processo que experimenta a resolução de problemas sociais com tecnologias e metodologias abertas (digitais, sociais, ancestrais) que promovam práticas inovadoras desde a implicação da própria comunidade afetada. Esta definição supõe que os/as cidadãos/as deixam de ser receptores passivos de ações institucionais, para passar a se converter em protagonistas e produtores de suas próprias alternativas, através de um processo de empoderamento que resulta muito mais democrático (soluções de baixo para cima), muito mais resiliente pelo efeito do aprender/fazendo e ensaio/erro; e principalmente, muito mais ágil e eficaz, porque conta com o conhecimento das próprias comunidades.

1.3. O que é um LABIC? [1]

Os Laboratórios de Inovação Cidadã (LABIC) são espaços criados para experimentar, sistematizar e acelerar essas inovações espontâneas que surgem dos/as cidadãos/as, que transformam realidades e têm potencial de ser replicados em outros lugares.

Em um LABIC congregam-se, durante um mínimo de 10 dias, equipes multidisciplinares de cidadãs e cidadãos de diferentes procedências, fazendo do laboratório um espaço de produção de projetos desenvolvidos colaborativamente desde a cidadania para a cidadania gerando um espaço de convivência intercultural.

Esta será a sexta edição de um LABIC; os anteriores foram em Veracruz, México em 2014; Rio de Janeiro, Brasil em 2015; Cartagena, Colômbia em 2016; Pasto, Colômbia em 2018; e Rosário, Argentina em 2018. Em cada edição o LABIC se adapta às características de cada contexto onde se trabalhará, e à temática central do laboratório.

 1.4. As pessoas num LABIC

1.5. O LABIC E OS ODS

Nesta oportunidade, o LABIC coloca-se ao serviço de contribuir aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) vinculados ao meio ambiente e mudança climática desde uma perspetiva cidadã.

O que são os ODS? A 25 de setembro de 2015, 193 países adotaram um conjunto de 17 objetivos globais para erradicar a pobreza, proteger o planeta e assegurar a prosperidade para todos como parte de uma nova agenda de desenvolvimento sustentável a se cumprir nos próximos 15 anos. O interessante é que a estes objetivos não só as instituições ou governos podem contribuir, senão também as/os cidadãs/os e suas ideias. Por isso, para este laboratório de inovação cidadã selecionamos 8 que servem como inspiração às quais podem ser focados os projetos para gerar propostas concretas:

¹ Os LABIC originalmente seguem o formato de oficina de produção desenvolvido pelo Medialab-Prado, mas ao qual, ao longo de suas 5 edições, foram realizadas adaptações e incorporadas inovações.

2. OBJETO DA CHAMADA

O objeto desta convocatória é a seleção de um máximo de 90 pessoas para desenvolver, de forma colaborativa, os 10 projetos de inovação cidadã previamente selecionados em convocatória aberta.

Esta chamada está dirigida a qualquer pessoa interessada nos projetos selecionados, mais além de seu grau de formação, especialização ou experiência. Por exemplo, ambientalistas, ecologistas, biólogas/os, engenheiras/os, sociólogas/os, arquitetas/os, geólogas/os, geógrafas/os, artistas, urbanistas, educadoras/es, programadoras/es, psicólogas/os, jornalistas, informáticas/os, desenhadora/es gráficas/os, gestoras/es culturais, portadoras/es de tradições culturais ancestrais, líderes comunitárias/os, ou qualquer outra pessoa interessada. Instamos, especialmente, a que coletivos de jovens, afro-descendentes, indígenas, mulheres, membros de comunidades rurais e pesqueiras, pessoas com deficiência, setores sociais LGTBI, entre outros, se apresentem a esta chamada.

2.2. O papel das/os colaboradoras/es

O papel de um colaborador no laboratório é contribuir para o desenvolvimento do projeto com base em seus conhecimentos e experiências. Este trabalhará junto a outros 8 colaboradora/es e o/a promotor/a do projeto durante o laboratório para alcançar o melhor resultado possível.

É uma experiência muito enriquecedora para os participantes, pois têm a oportunidade de, não apenas desenvolver um projeto único e inovador, mas também trabalhar e aprender com pessoas de vários países, culturas e comunidades, bem como entrar em contato direto com diferentes realidades

Uma vez terminados os projetos, os nomes do/as colaboradora/es aparecerão nos créditos, do mesmo modo que o nome do/a promotor/a do projeto. Ainda assim, a Secretaria Geral Ibero-americana emitirá um documento certificando a participação no laboratório a todos o/as participantes que assim o solicitarem.

2.2. Aspectos gerais do laboratório

Metodologia:

Durante os dias do LABIC.CR, as equipes trabalharão no desenvolvimento de cada iniciativa. Se bem o laboratório possui uns horários específicos, cada grupo deve gerir seu calendário de trabalho, prioridades, operações internas e recursos materiais. Todo este labor será realizado de uma maneira horizontal e colaborativa e estará acompanhada por uma equipe de mentoras/es (especializados nos temas a trabalhar como também em laboratórios), especialistas técnicos (em programação e eletrônica), e mediadoras/es locais (que conectam os projetos com as comunidades locais).

No caso de que os integrantes da equipe não tenham conexão com nenhuma comunidade local, a organização poderá apoiá-los para alcançá-la. É fundamental este trabalho em conjunto com coletivos, associações, organizações ou qualquer tipo de comunidade local, para que os participantes possam entrar em contato com situações reais e com os beneficiários do projeto.

As jornadas de trabalho serão de manhã e de tarde, adaptadas às necessidades particulares dos projetos, em conciliação com as atividades e os horários do centro onde será realizado o laboratório.
Nesta ocasião, o local que albergará o LABIC é um grande centro, com vários espaços, localizado a 10 km da cidade da Libéria, em uma área natural.

Mesmo que grande parte da interação seja em espanhol, o LABIC como espaço de encontro multicultural é multilíngue, e a comunicação flui naturalmente.

Paralelamente, ao longo do LABIC.CR serão programadas diferentes atividades como conversas, apresentações, seminários ou mini oficinas específicas abertos aos participantes e à população local. Assim serão distribuídos os dias de trabalho durante o LABIC.CR:

Além disso, antes do início do laboratório, a organização colocará em contato todos os membros de cada grupo para que possam planejar, trocar materiais e avançar qualquer trabalho anterior que deva ser desenvolvido.

2.3. Alojamento, viagens e alimentação

Do dia 29 de outubro ao 20 de novembro inclusive, a organização cobrirá a hospedagem com alimentação completa. O alojamento será em quartos compartilhados, de máximo 3 pessoas, em um hotel na cidade de Liberia, perto do espaço onde se realizarão as actividades no laboratório.

Por sua parte, os gastos de viagem (deslocamentos a Guanacaste, e regresso ao país/cidade de origem) não estarão cobertos. A organização proverá o transporte, em diferentes horários, desde o aeroporto de San José até o hotel em Liberia (Guanacaste) no dia 29 de outubro assim como desde Liberia (Guanacaste) até o aeroporto de San José no dia 10 de novembro.

O financiamento da viagem e regresso a origem deverá correr por conta do próprio colaborador ou de alguma entidade pública ou privada que aceite financiar seu translado (neste caso, a organização pode entregar ao colaborador uma carta certificando sua participação no LABIC.CR e apoiando sua solicitação de financiamento para a passagem). No caso de que uma instituição aceite pagar o translado do colaborador, a organização permitirá a inclusão do logótipo dessa entidade como colaboradora nos documentos e site do evento.

No caso de ser necessários, os transportes diários coletivos desde o hotel até o lugar de desenvolvimento do Laboratório, e vice-versa, assim como os traslados a comunidades locais que participem no desenvolvimento do projeto correrão por conta dos organizadores do evento e serão estabelecidos pelos mesmos.

As/os colaboradoras/es selecionadas/os não residentes na Costa Rica estão obrigados a contratar, por conta própria, um seguro médico. Ainda assim, é necessário que se informem sobre os requisitos para obter o visto para a Costa Rica, no caso de ser necessário para sua nacionalidade (consultar aquí):

Deve-se levar em conta que as autoridades costa-riquenhas exigem aos viajantes provenientes de Angola, Benin, Burkina Faso, Camarões, República Democrática do Congo, Gabão, Gâmbia, Guiné, Libéria, Nigéria, Serra Leoa, Sudão, Bolivia, BrasilColômbia, Ecuador, Perú, Venezuela e o Departamento da Guiana possuir um certificado internacional de vacinação contra a febre amarela. Isso também será obrigatório no caso de ter feito algum trânsito de mais de 12 horas nos aeroportos dos países mencionados acima. A vacina deve ser administrada pelo menos 10 dias antes da viagem.

3. RESOLUÇÃO

3.1. Comité de selección

O comitê de seleção estará composto pelo projeto Inovação Cidadã da SEGIB, com o apoio das/os mentoras/es e o/as promotore/as dos projetos.

3.2. Critérios de seleção dos colaboradores

Para a seleção dos colaboradores, a comissão terá em consideração:

– Adequação do seu perfil aos perfis requeridos para os projetos

– Grau de motivação;

– Disponibilidade;

– Será levada em conta a diversidade de procedências e equilíbrio de gênero.

– Além disso, em cada grupo haverá um/a colaborador/a que se encarregará principalmente de documentar os processos e dinámicas de trabalho e seus resultados, assim como de comunicá-las externamente mediante alguma platadorma digital, redes sociais, etc.,

3.3. Difusión y continuidad de los proyectos

Os trabalhos desenvolvidos serão apresentados publicamente por cada equipe na jornada final do laboratório.

A documentação dos projetos será publicada nos sites dos organizadores para compartilhar o conhecimento gerado.

Com posteridade ao Laboratório, a organização estudará a viabilidade de escala e replicabilidade dos projetos.

3.4. Obrigações dos selecionados

  • As pessoas selecionadas comprometem-se a assistir ao laboratório diariamente do dia 29 de outubro ao 10 de novembro de 2019, inclusive.
  • As equipes se comprometem com a documentação do projeto que permite sua replicabilidade.
  • As pessoas selecionadas poderão utilizar os equipamentos previamente solicitados e concedidos. Qualquer gasto não previsto ou não aprovado em material ou aluguel de equipamentos deverá ser sufragado pela/os autora/es do projeto.
  • Os projetos realizados deverão estar sob licenças livres e se sugere que seja aplicada a cláusula de “partilhar igual” (por exemplo, em licença de Creative Commons seria BY-SA). No LABIC promovemos o conhecimento aberto e compartilhado, e nosso objetivo é que esses projetos possam ser replicados e escalados em distintas regiões, beneficiando assim a mais gente.
  • As pessoas selecionadas deverão respeitar o código ético e de convivencia do LABIC (ver abaixo).

3.5. Limitação de Responsabilidade

Os organizadores não são responsáveis pelo uso dos dados ou dos conteúdos que o participante possa utilizar. Assim como também não o são dos direitos de autor ou daqueles direitos que correspondam a terceiros conforme as respectivas leis de cada país.

O LABIC.CR é um evento de vários dias, pelo que, apelamos à responsabilidade de cada participante durante todo este período. A organização não se fará responsável de furtos ou extravios de pertinências pessoais, nem de danos físicos às pessoas.

O LABIC.CR não paga nenhuma remuneração econômica a seus assistentes, entendendo que é um espaço de colaboração e aporte de cada participante para o bem comum.

3.6. Interpretação e modificação aos termos desta convocatória

A organização poderá realizar os esclarecimentos, modificações e interpretações que se considerem pertinentes.

Todas aquelas circunstâncias não previstas na presente convocatória serão resolvidas pelos organizadores. As decisões, qualificação e resultado são inatacáveis.

3.7. Código ético e de convivência do LABIC

  1. Nos centramos na colaboração, e não na competição
  2. As ideias têm valor em si mesmas, e não por quem as propõe. Não potenciamos gurus, senão o bem comum.
  3. Defendemos o direito à informação, ao conhecimento e à participação. O diálogo e o livre intercâmbio guiam nossas atividades.
  4. No LABiC estimulamos as licenças livres e os repositórios abertos como forma de transparecer e difundir o conhecimento.
  5. Não se aceitam expressões de ódio ou intolerância em temas de gênero, raça, etnia, posição social, orientação sexual, religiosa, ou de procedência.

4. PERGUNTAS FREQUENTES

Preguntas frecuentes

Quem pode participar como colaborador no laboratório?

Qualquer pessoa maior de 18 anos que deseje trabalhar em grupo, aportando seus conhecimentos e ideias no desenvolvimento de alguma das propostas selecionadas e que, ao mesmo tempo, que aprenda dos demais do grupo, dos mentores do laboratório e das comunidades locais.

O que oferece este laboratório às pessoas que participam como colaboradores?

Um entorno excecional e multicultural para o aprendizado colaborativo, onde a cidadania tem um espaço para contribuir à construção de sociedades mais inclusivas e sustentáveis. Os nomes da/os colaboradora/es serão incluídos nos créditos do projeto desenvolvido. Igualmente, o projeto de Inovação Cidadã da SEGIB entregará um documento comprobatório de participação no laboratório àqueles colaboradores que o solicitarem. A equipe também contará com a possibilidade de fazer uma apresentação pública dos trabalhos durante o laboratório e a/o colaborador/a disporá de novas redes de relações pessoais e profissionais.

Ao que me comprometo se me inscrevo como colaborador?

A/os colaboradora/es selecionada/os se comprometem a desenvolver aquelas partes do projeto que se hajam acordado, e que se correspondam com seu perfil e interesses. Assim mesmo, os colaboradores terão o compromisso de assistir ao laboratório diariamente e respeitar o código ético e de convivencia do LABIC.

Quais gastos correm por conta dos organizadores?

A organização fornecerá alojamento, café da manhã, almoço, jantar, e transportes locais às comunidades (coordenados pelo laboratório). A organização não se ocupará dos gastos de passagens desde outras cidades e países, somente o traslado aeroporto de San José – Liberia (Guanacaste) no dia da chegada (29 de outubro) e o traslado Liberia (Guanacaste) – aeroporto de San José no dia do regresso (10 de novembro).

Uma instituição, empresa ou entidade pode financiar minha viagem para o Laboratório?

Sim. Inclusive a organização pode fornecer uma certificação de participação no LABIC, se exigido pela entidade correspondente. Se permitirá a inclusão do logotipo desta entidade na documentação e peças gráficas do evento.

Onde posso encontrar informação sobre os projetos nos quais pode-se colaborar?

No resumo de projetos selecionados que aparece nas bases da chamada e na web do LABIC.CR.

Quando se formam os grupos de trabalho?

Os grupos de trabalho serão conformados quando se publiquem a/os colaboradora/es selecionada/os. A organização, a partir deste momento, coloca a toda/os integrantes em contato para que possam começar a coodinar reuniões online e trocar materiais de cara o Laboratório.

Qual é o horário do laboratório?

Trata-se de um laboratório intensivo de produção onde os grupos combinarão os horários segundo suas necessidades e disponibilidade. Não obstante, o trabalho é intenso e costuma-se trabalhar durante a jornada completa. Haverá também atividades programadas e outras improvisadas como apresentações, mini-oficinas, debates, e festas. As atividades começarão no dia 29 de outubro às 19hs, y finalizarão no dia 9 de novembro à noite. Os participantes empreendem seu regresso no dia 10 de novembro.

Posso escolher o projeto no qual quero colaborar?

Sim, você é quem escolhe o projeto que quer formar parte.

Posso colaborar em vários projetos simultaneamente?

Sim, sempre que a sua disponibilidade temporal e as necessidades dos diferentes projetos o permitam. Ainda assim, recomendamos que se concentre em um só projeto. Duas semanas passam voando!

 Posso participar se não tenho disponibilidade para estar presente nas duas semanas de laboratório?

Se recomenda a maior dedicação possível durante as duas semanas, já que se trata de um laboratório intensivo. Recordamos também que a disponibilidade é um critério para a seleção dos participantes.

 

A participação na presente chamada representa a aceitação de todas as suas bases e conteúdos.

 

Se você tem alguma dúvida, nos escreva a: labiccr@innovacionciudadana.org

 

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